#Ana's space

Bem-vindo ao meu universo de palavras, onde cada detalhe importa e cada silêncio fala. Escrevo porque sinto demais, porque vejo poesia no imperceptível e encontro histórias nas entrelinhas. Aqui, a melancolia é doce, os pensamentos são profundos e os sentimentos, intensos. Cada frase é um pedaço de mim, costurado com emoção e um toque de mistério.

Sobre Mim

Escrever é o fio invisível que me conecta ao que há de mais profundo em mim—um sussurro da alma que transforma sentimentos dispersos em eternidade. É o reflexo do que não digo, a tradução do que transborda em silêncio, um feitiço tecido entre pensamento e papel.Cada livro que toco é um portal, um convite para desvendar segredos ocultos nas entrelinhas do mundo. A leitura me envolve como um abraço de outros tempos, enquanto a escrita é minha libertação, minha dança secreta entre a razão e o mistério.Juntas, elas me moldam, desenham minha essência e sussurram quem ainda estou destinada a ser.

  SOBRE A ESCRITORA   Meu nome é Ana. Sou uma escritora que transforma sentimentos em palavras, uma leitora ávida que coleciona universos nas entrelinhas. Programadora de ideias e emoções, dançarina entre o caos e a poesia, encontro inspiração nos detalhes sutis da vida

MEU LIVRO

 Sinopse. Um amor que nasce da dor. Um passado que nunca foi superado. Quando seus caminhos se cruzam novamente, o destino os desafia a enfrentar seus maiores medos. Mas será que o amor é suficiente quando o próprio coração se torna o maior inimigo?
  Temas principais. Sabotagem emocional, Amor agridoce, Metáforas e simbolismo.
  Gênero.  drama, slow-burn, slide of life.

Meus Poemas

A poesia é o reflexo mais puro da minha alma, um sussurro delicado que ecoa nas profundezas do que sou. Ela nasce do silêncio e da tempestade, entrelaçando a serenidade com o caos, transformando sentimentos em versos que desnudam o indizível. Cada palavra é uma fresta aberta para o coração, um vislumbre do que escapa ao olhar, mas se esconde na alma.Ela é minha cúmplice invisível, meu espelho despedaçado, a voz que se veste de metáforas para dar forma ao que o mundo não ousa nomear. A poesia é o fio tênue entre o real e o etéreo, um sopro de eternidade que dança entre sombras e luz, moldando o abstrato em algo que pulsa e vive. Trecho de um dos meus poemas. 
Assim, o ódio e o amor se tornam um só, uma dualidade inescapável. E, no coração partido, encontramos a verdade: que a dor e a paixão são faces da mesma moeda, e que, às vezes, a estaca que nos fere é também a que nos faz sentir vivos…
 Links dos poemas.